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Gestão financeira

Administrar o próprio negócio envolve diversos desafios. É preciso entregar um serviço ou produto de excelência para o cliente, além de gerenciar operações internas da companhia. Nesse sentido, fazer o fluxo de caixa operacional é uma tarefa essencial.

Afinal, a área financeira de um negócio demanda bastante atenção. Se ela não estiver funcionando bem, toda a saúde da empresa fica comprometida. Portanto, esse conceito deve ser conhecido por todo empreendedor.

Neste artigo, você entenderá o que é o fluxo de caixa operacional e como estruturá-lo na sua empresa. Vamos lá?

O que é fluxo de caixa operacional?

Gerenciar os fluxos de uma empresa é uma das principais obrigações da rotina empresarial, já que essa atividade permite medir o retorno do negócio. De forma geral, todas as entradas e saídas da companhia são consideradas fluxos de caixa.

Nesse sentido, o fluxo de caixa operacional demonstra as receitas das vendas e as despesas geradas pela administração e produção. Isso inclui a compra de matéria-prima, o gasto com processos logísticos, os pagamentos dos funcionários e da energia elétrica, entre outros.

Assim, a ferramenta apresenta a variação do capital de giro e a rotina do negócio. Contudo, ele não considera investimentos, juros, variações de mercado e outros dados financeiros do tipo.

Para que serve e como funciona esse instrumento?

Agora que você sabe o que é o fluxo de caixa operacional, pode entender que ele serve para compreender qual é o mínimo de recursos que a empresa precisa para manter-se funcionando sem prejuízos.

Como você viu, o cálculo considera os gastos com mão de obra, água e luz, entre outras despesas. Ou seja, para calcular esse tipo de fluxo de caixa, é preciso somar o lucro antes de juros e impostos (LAJIR) à desvalorização e subtrair os impostos.

Logo, a fórmula é esta:

Fluxo de caixa operacional = (LAJIR + desvalorização) – impostos

Para compreender melhor, imagine que uma empresa tenha LAJIR igual à R$ 20 mil, uma desvalorização de R$ 2 mil e pague R$ 5 mil de impostos.

Nesse cenário, o cálculo fica:

Fluxo de caixa operacional = (R$ 20 mil + R$ 2 mil) – R$ 5 mil

Fluxo de caixa operacional = R$ 17 mil

Dessa forma, é possível concluir que o fluxo de caixa operacional dessa empresa é de R$ 17 mil. Mantendo esse valor positivo, a companhia pode traçar planos de longo prazo para o negócio. Afinal, esse resultado permite saber que as demandas e entregas estão em harmonia.

Como estruturar um fluxo de caixa operacional?

Como você viu, acompanhar o fluxo de caixa operacional é uma tarefa importante para as empresas, mas é comum surgirem dúvidas durante o processo.

Confira um passo a passo que pode ajudá-lo a estruturar essa tarefa:

Contabilize o saldo inicial

O primeiro passo é contabilizar quanto dinheiro a empresa tem em caixa. Com o saldo inicial em mãos, você poderá controlar melhor as entradas e saídas do negócio ao longo do tempo.

Registre as entradas e saídas

O saldo do caixa deve ser atualizado constantemente, incluindo o que entra e o que sai da empresa. Assim, todas as receitas e despesas devem ser lançadas para um melhor controle do fluxo de caixa.

Em relação às contas variáveis — como a de energia elétrica —, é interessante fazer o lançamento para ter uma projeção dos 12 meses seguintes. Dessa forma, quando houver um imprevisto, é possível agir antecipadamente.

Faça revisões

Após realizar o planejamento para os próximos 12 meses — que envolve lançar todas as despesas e receitas previstas —, é importante fazer uma revisão periódica dos planos. Isso porque o valor de um custo pode aumentar ou reduzir com o tempo, por exemplo.

Portanto, é fundamental que toda movimentação financeira da empresa seja lançada de forma atualizada no controle financeiro. Entre elas, estão ajustes de valores, novas despesas etc.

Categorize as receitas e despesas

Categorizar as receitas e despesas é essencial para entender exatamente quais são as suas maiores entradas e saídas. Assim, a análise fica mais rápida e eficiente — facilitando a definição de estratégias de economia, por exemplo.

O que fazer para aumentar a captação de recursos?

Após entender como estruturar o fluxo de caixa, você pode se interessar por aumentar a captação de recursos para melhorar os resultados do negócio. Para isso, é possível buscar soluções no mercado bancário, como empréstimos ou financiamentos.

Contudo, essas alternativas nem sempre atendem às necessidades do negócio, além de serem mais caras — especialmente pela cobrança de juros altos. Em contrapartida, existem opções no mercado de capitais, como títulos emitidos por empresas.

Diante das possibilidades, é viável encontrar uma alternativa adequada para o seu negócio. Confira as principais oportunidades do mercado:

Debêntures

As debêntures são títulos de dívida de renda fixa que podem ser emitidos pela empresa e devem proporcionar retorno prefixado, pós-fixado ou híbrido. Esse título não prevê um prazo de vencimento, mas, em geral, varia de 2 a 10 anos.

Como as debêntures públicas podem ser negociadas no mercado secundário, o investidor pode obter maior liquidez. Porém, o interesse pelo título dependerá da capacidade de pagamento do emissor e das condições da aplicação.

CRIs e CRAs

O certificado de recebíveis imobiliários e do agronegócio (CRI e CRA) são emitidos por securitizadoras e envolvem a antecipação de recebíveis. Assim, a empresa do ramo imobiliário ou do agronegócio busca uma securitizadora, que antecipa o pagamento de valores a receber.

A liberação de valores é realizada com um pequeno deságio e a instituição passa a deter os direitos creditórios. Com isso, eles são transformados em títulos disponibilizados no mercado financeiro.

Os CRIs e CRAs podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos e o pagamento aos investidores dependerá da quitação pelos clientes.

Notas comerciais

Também é possível obter recursos com o uso das notas comerciais. Elas funcionam como uma promessa de pagamento por parte do emissor para o investidor, que é responsável por disponibilizar os recursos. Assim, a companhia se compromete a pagar o montante acrescido de juros.

Uma das vantagens da emissão desse título é não haver a obrigatoriedade de garantia real, o que pode simplificar o processo. Além disso, a nota comercial possui retorno em curto prazo, fazendo com que ela seja especialmente adequada para obter capital de giro.

Agora você sabe o que é o fluxo de caixa operacional e pode começar a utilizá-lo na sua empresa. Lembre-se de que existem diversas alternativas disponíveis no mercado caso o empreendimento precise captar recursos para melhorar os resultados.

Quer conhecer melhor as oportunidades do mercado financeiro? Então entre em contato conosco da Laqus!

Uma das tarefas mais importantes do gerenciamento financeiro de uma empresa é a gestão do capital de giro. Por meio dele, é possível cuidar do montante que deve ficar disponível para sustentar as operações do negócio durante determinados períodos.

Como o capital de giro é uma reserva para momentos específicos, é necessário garantir que ele tenha um valor adequado. Dessa forma, há como evitar problemas decorrentes da indisponibilidade de recursos para o negócio.

Para entender o que fazer, continue a leitura e veja como realizar uma efetiva gestão do capital de giro da empresa!

Para que serve o capital de giro?

Além de conhecer o conceito, é importante compreender para que serve o capital de giro. De modo amplo, pode-se dizer que ele é útil para financiar as operações do negócio em diversas situações.

No início do empreendimento, o montante tem a finalidade de garantir o cumprimento das obrigações — mesmo quando ainda não há clientes ou lucro. Assim, é possível sustentar o negócio até que ele consiga se manter por meio dos resultados obtidos.

O capital de giro também é útil para a gestão financeira geral da empresa. Como é comum vender a prazo para os clientes e pagar os fornecedores em períodos menores, o montante serve para garantir o cumprimento das obrigações e para manter o ciclo financeiro saudável.

Quais os riscos de não fazer uma gestão eficaz do capital de giro?

Até aqui, você viu como o capital de giro é relevante para o empreendimento. Por conta disso, não realizar um gerenciamento adequado desse montante pode gerar efeitos indesejáveis e prejudicar o negócio.

Sem uma gestão efetiva, há o risco de a companhia não dispor de dinheiro suficiente para sustentar suas operações. Como consequência, uma queda nas vendas ou problemas com o faturamento podem deixar a companhia sem dinheiro para executar as atividades.

Porém, caso não disponha dos recursos exigidos para abastecer o estoque, o armazenamento pode não ser suficiente para atender às necessidades dos clientes. Se houver a ruptura de estoque — ou seja, o desabastecimento —, a empresa pode perder vendas e clientes.

Além disso, um gerenciamento inadequado desse capital pode fazer com que o nível de endividamento do negócio aumente. Logo, a gestão financeira e a continuidade no mercado podem ser afetadas.

Como gerenciar o capital de giro da empresa?

Considerando os riscos que existem quando a gestão não é feita adequadamente, é necessário saber como gerenciar o capital de giro do seu negócio. É importante adaptar as medidas para a realidade da sua companhia, mas existem algumas ações que costumam ser relevantes em todos os cenários.

Para entender o que fazer na gestão de capital de giro da empresa, confira dicas para colocar em prática no cotidiano do empreendimento!

Compare o capital de giro atual com a necessidade real

Um dos primeiros passos é compreender quais são as características atuais do capital de giro do empreendimento. Por isso, comece calculando qual deve ser o valor do capital e identifique a sua disponibilidade ao subtrair os passivos dos ativos circulantes.

Se o resultado for positivo, o negócio é capaz de arcar com as despesas financeiras, diante dos ativos que possui. Já se ele for negativo, é um indício de alto endividamento, com débitos superiores ao patrimônio circulante. Isso pode identificar maior ou menor necessidade de capital.

Ademais, compare o montante que você tem provisionado agora com a real necessidade. Ele deve atingir, no mínimo, o valor calculado, mas não deve superar muito o que for considerado ideal. Assim, há como evitar o comprometimento de recursos que poderiam ser usados em outras estratégias do negócio.

Implemente uma política para reduzir os custos

Como você viu, o capital de giro deve considerar os passivos da companhia, o que inclui as dívidas e os gastos gerais. Portanto, diminuir as despesas pode ser uma forma de reduzir o custo para manter o negócio. Desse modo, tende a ser mais fácil fazer a gestão de capital de giro.

Nesse caso, você deve implementar uma política estruturada para reduzir os gastos sem comprometer a qualidade ou a estratégia do negócio. Por isso, vale a pena fazer um reconhecimento completo da situação para entender quais são os principais gargalos e onde estão os custos supérfluos.

Em seguida, defina uma política de contenção de despesas, focando nesses gastos que podem ser reduzidos ou eliminados. Assim, a necessidade de capital de giro será menor e o uso de recursos da companhia será otimizado.

Negocie condições com os fornecedores

Para que a empresa tenha mais fôlego financeiro, é interessante buscar condições mais favoráveis em relação aos fornecedores. A ideia é negociar preços ou prazos de pagamento, pois isso ajuda a diminuir a necessidade de acionamento do capital de giro.

Se a empresa conseguir pagar os fornecedores e parceiros em um prazo maior, pode ter tempo suficiente para receber a maior parte dos pagamentos dos clientes. Como consequência, será preciso dispor previamente de um montante menor para cumprir as obrigações financeiras.

Busque crédito com estratégia

Uma boa gestão de capital de giro também envolve a busca de alternativas de crédito para ajudar as finanças, em vez de torná-las mais complexas. Recorrer a empréstimos ou financiamentos, por exemplo, tende a elevar o endividamento. Com isso, a necessidade de capital de giro também fica consideravelmente maior.

Por outro lado, recorrer ao mercado de capitais pode trazer facilidade para obter recursos de modo mais barato. Uma opção é o certificado de recebíveis do agronegócio (CRA), voltado para empresas desse setor.

No caso, você antecipa seus recebíveis e os direitos creditórios são cedidos para uma securitizadora. Então esses direitos são transformados em títulos negociados no mercado, que é o CRA. Assim, parte dos recursos obtidos podem ser utilizados para atingir o nível de capital de giro necessário.

Também é possível recorrer às notas comerciais ou commercial papers. Eles funcionam como um compromisso de dívida regulamentado entre a companhia e os investidores. Como a nota comercial tem curto prazo de vencimento, é comum que seja utilizada para compor o capital de giro do empreendimento.

Com essas dicas, você sabe como fazer a gestão de capital de giro do negócio com máxima eficiência. Assim, é possível proteger a empresa em diferentes cenários, evitando problemas que podem colocar em risco a continuidade da companhia.

Quer ajuda para conhecer e aproveitar as oportunidades de captação de recursos? Fale com o time da Laqus!

Cuidar do dinheiro do negócio é uma etapa indispensável para alcançar o sucesso no mercado. Para atingir esse resultado de maneira estruturada e consistente, vale a pena recorrer a um planejamento financeiro empresarial.

Essa é uma estratégia que considera tanto a situação atual das finanças quanto as expectativas para o futuro. Com ela, é possível definir formas de agir e de administrar o capital, o que pode favorecer o funcionamento da companhia.

Quer descobrir como criar e implementar o planejamento financeiro empresarial? Confira quais são 6 entre as etapas indispensáveis no processo!

Por que fazer um bom planejamento financeiro empresarial?

Tão importante quanto compreender o que é o planejamento financeiro é entender como ele pode ser relevante para a empresa. Um dos principais motivos para colocá-lo em prática é o fato de ele funcionar como um guia para as decisões do negócio.

Portanto, um bom plano desse tipo ajuda a gestão financeira a ser mais eficiente e desenvolver um planejamento mais adequado. Como consequência, há como melhorar a utilização de recursos por parte do empreendimento.

Isso porque o planejamento pode auxiliar o negócio a reduzir custos e despesas e a se tornar mais lucrativo, por exemplo. Assim, surgem mais oportunidades para realizar investimentos em melhorias, o que pode aumentar a competitividade da empresa.

Em especial, um plano financeiro de qualidade é um dos responsáveis por garantir que a empresa disponha dos recursos necessários para executar as diversas atividades que devem ser realizadas.

Sendo assim, essa estratégia costuma ser indispensável para o crescimento, fortalecimento e continuidade do empreendimento no mercado. Então o planejamento está diretamente relacionado ao sucesso empresarial.

6 Dicas para planejar as finanças do negócio

Agora que você sabe qual é a importância do planejamento financeiro empresarial, é o momento de descobrir como elaborar o seu. Para tanto, é fundamental seguir etapas específicas para compor um plano completo.

Para descobrir o que é preciso para adotar essa estratégia, veja a seguir 6 passos para acertar no planejamento financeiro!

1. Faça um diagnóstico da situação atual

Embora o planejamento seja focado no futuro, é necessário conhecer o ponto de partida para implementar as mudanças exigidas. Por isso, a criação do seu plano deve ter início com o diagnóstico da situação financeira do negócio.

Identifique, por exemplo, o nível de lucratividade, a capacidade de gerar resultados, a estrutura de endividamento e mais. Assim, você saberá se o empreendimento está financeiramente saudável.

Para fazer essa análise, vale a pena recorrer a ferramentas como fluxo de caixa, balancetes, relatórios e demonstrativos. Desse modo, o conhecimento é embasado em dados e se torna mais relevante, servindo como um direcionamento para as decisões.

2. Estabeleça objetivos financeiros

Após reconhecer a situação atual, é necessário traçar metas de interesse para as finanças da empresa. No caso, os objetivos financeiros podem ser de curto, médio e longo prazo.

Além de serem atrelados a um período certo para conclusão, eles devem seguir outros critérios — como serem mensuráveis e específicos. Isso é essencial para que seja possível medir e acompanhar a evolução do plano e os resultados que ele oferece ao longo do tempo.

3. Elabore orçamentos empresariais

Diante dos objetivos já definidos, é possível planejar como deve ocorrer a distribuição dos recursos. Nesse momento, vale a pena elaborar orçamentos que contemplem as diferentes necessidades do negócio, o que inclui seu plano estratégico.

Ainda, é interessante formar mais de um orçamento. Como o cenário não é totalmente previsível, montar um orçamento para um contexto pessimista, otimista e realista o ajudará a se preparar para qualquer situação.

4. Monte um plano de ação

Além dos orçamentos empresariais, é preciso criar um plano de ação para a conquista dos objetivos. Assim, você garante a distribuição do dinheiro de modo gerenciado, ao mesmo tempo em que age para contornar dificuldades e aproveitar oportunidades.

É necessário, por exemplo, determinar onde estão os custos e despesas que podem ser reduzidos, sem prejudicar a qualidade das soluções da empresa. Com um plano de diminuição dos gastos, é possível utilizar melhor os recursos do negócio.

Também pode ser o caso de rever a precificação de produtos e de definir os investimentos que serão realizados. Para garantir um bom nível de acompanhamento, vale a pena estabelecer métricas financeiras.

Por meio dos indicadores, é possível medir como o dinheiro tem sido usado e efetuar comparações. Ainda, essa é uma forma de identificar onde podem estar as principais melhorias, rumo à evolução da gestão financeira.

5. Selecione corretamente as formas de captar recursos

Fazer um bom planejamento financeiro empresarial também prevê a identificação das melhores opções para a captação de recursos. Nesse contexto, é importante entender onde estão as alternativas mais adequadas ao seu plano de ação.

Como os produtos bancários (como empréstimos e financiamentos) podem aumentar o endividamento, recorrer ao mercado de capitais pode ser mais adequado. Assim, é possível captar recursos dos investidores em troca de uma rentabilidade posterior.

Entre os exemplos, estão investimentos de renda fixa como o certificado de recebíveis do agronegócio (CRA), debêntures e as notas comerciais. Então avalie quais alternativas de captação fazem mais sentido para o negócio, considerando juros e prazos de pagamento.

Na prática, a emissão desses títulos pode ajudar a companhia a dispor de mais dinheiro sem se comprometer com dívidas que sejam muito mais elevadas.

6. Invista em tecnologia

Como você viu, executar um planejamento financeiro empresarial é essencial, mas não é uma tarefa simples. Portanto, pode ser interessante realizar o investimento em tecnologia.

Por meio de softwares e outras ferramentas, é possível automatizar o controle financeiro. Assim, há mais produtividade no setor e menos chances de erros causados por falhas humanas. Ainda, esse é um meio de ter um gerenciamento mais efetivo e completo das finanças.

Recorrer a essas ferramentas também é útil para efetuar a integração de dados referentes às movimentações financeiras. Desse modo, é mais fácil integrar outros profissionais para que contribuam com a gestão financeira.

Agora você sabe como o planejamento financeiro empresarial funciona e por que ele é tão importante para o negócio. Com o auxílio dessas 6 dicas, fica mais fácil montar um plano adequado para a realidade da sua empresa.

Essas informações foram úteis para você? Se quiser ajuda para realizar a captação de recursos no mercado de capitais, entre em contato conosco da Laqus!

A boa gestão das operações financeiras é essencial para o sucesso de qualquer empresa. Afinal, essa tarefa garante o funcionamento da companhia, sendo responsável pelo destino adequado dos recursos disponíveis.

E, uma vez que as equipes responsáveis pelo gerenciamento das finanças contam com muitas atribuições, é importante encontrar formas de realizar as operações com mais eficiência, sem perder a qualidade do processo. Desse modo, os resultados se tornam mais consistentes — viabilizando o uso inteligente do capital.

Neste artigo, você entenderá mais sobre o papel da gestão das operações financeiras em uma empresa, além de conferir 4 dicas para ter sucesso nessa jornada.

Boa leitura!

O que é a gestão das operações financeiras em uma empresa?

A gestão de operações financeiras de uma empresa é a responsável pelos processos administrativos que abrangem planejamento, análise e controle das suas atividades financeiras. Nesse sentido, ela existe mesmo que uma companhia não tenha um processo de gerenciamento estruturado.

Entre as funções dessa área estão o gerenciamento dos ativos e passivos da companhia, sempre buscando o equilíbrio entre as duas variáveis. Assim, a gestão orienta as ações quando for necessário realizar intervenções no financeiro da empresa.

A partir da gestão financeira, os controladores podem acompanhar os resultados da companhia, realizar ajustes e embasar as suas decisões. Além disso, os dados obtidos nesse setor permitem compreender melhor o cenário externo e saber como a empresa se posiciona no mercado.

Efetivamente, com uma boa gestão das operações financeiras, a companhia é capaz de analisar o impacto das ações no seu funcionamento e nos resultados alcançados. Com isso, a gestão viabiliza o crescimento da companhia de forma consistente e alinhada com o modelo de negócios estabelecido.

Qual a importância de fazer uma boa gestão de operações?

Como você viu, a gestão das operações financeiras lida com elementos essenciais para o crescimento e a longevidade de uma empresa. Assim, a gestão é necessária para manter as funções básicas do negócio, além de ser importante para a sua expansão.

Independentemente do porte da companhia, é necessário ter um bom sistema para administrar os recursos monetários. Isso porque uma administração eficiente proporciona o uso de capital de forma mais estratégica — evitando falhas e desperdícios.

É relevante também mencionar que uma boa gestão financeira oferece à empresa mais segurança para lidar com os desafios, como crises internas e externas. Independentemente do porte da companhia, a partir da organização e dos dados consistentes, os líderes podem se posicionar de forma assertiva diante das dificuldades.

4 Dicas para fazer a gestão das operações financeiras

Agora que você já entendeu mais sobre o papel da gestão financeira no funcionamento e na expansão das empresas, é o momento de saber como realizar essa etapa com eficiência.

Veja 4 dicas para implementar o gerenciamento do setor financeiro em uma companhia!

1. Elabore um planejamento financeiro

O planejamento financeiro é essencial para qualquer negócio. Afinal, a partir dele, a empresa conhecerá mais sobre a sua situação atual. Esse documento também é importante para definir as estratégias a serem adotadas para o crescimento do empreendimento.

Sem se planejar, o negócio atua no mercado de forma descoordenada e pode perder grandes oportunidades de se expandir. Assim, se você busca ter ações mais efetivas diante da concorrência, é preciso planejá-las.

Para elaborar o planejamento, os responsáveis devem fazer uma cuidadosa análise da companhia e do mercado. A partir dos resultados, há como definir, com maior clareza, os objetivos e metas do negócio. O planejamento também deve abranger as iniciativas a serem adotadas para concretizar os propósitos.

O plano deve ser acompanhado periodicamente como fonte para orientar as decisões das lideranças — especialmente no âmbito do departamento financeiro. Além disso, o instrumento deve ser ajustado quando houver a necessidade.

2. Delimite o orçamento

O orçamento da empresa se relaciona com o planejamento, já que a definição dos gastos deve estar alinhada à perspectiva de receitas e aos objetivos da companhia. Para isso, é importante avaliar o que é prioridade para o negócio, tornando as despesas mais ajustadas ao planejamento.

Ao definir as prioridades, é válido lembrar que a empresa deve sempre realizar bons investimentos para o seu crescimento. Mas é fundamental eles serem adequados à sua capacidade de pagamento e aos objetivos que a companhia deseja alcançar.

Assim, o orçamento é uma forma de entender quais são os limites para os gastos. E, se necessário, ele pode ser revisto sempre que a gestão sentir essa necessidade.

3. Acompanhe os resultados

Ao considerar essas etapas para uma boa gestão das operações financeiras e colocá-las em prática, a empresa já terá um direcionamento inicial para manter uma boa saúde financeira e se expandir.

Contudo, para ter sucesso nos próximos passos, também é preciso adotar métricas que permitam verificar os resultados. Por meio desses medidores, a gestão saberá quais ações adotadas tiveram uma resposta positiva, bem como as estratégias que necessitam de reelaboração.

Entre os indicadores que vale a pena acompanhar estão as receitas bruta e líquida, índice de lucratividade, despesas por centro de custo, e outros.

Logo, as métricas são fontes de aprendizado sobre o mercado e a empresa — portanto, não devem ser ignoradas no processo de gestão das operações financeiras.

4. Conte com a tecnologia

Para tornar todo o processo de gestão financeira mais eficiente, a empresa pode contar com o auxílio das ferramentas tecnológicas. A partir de sistemas inteligentes é possível automatizar os processos repetitivos, obter relatórios completos com agilidade e garantir a correção dos dados.

Em softwares de gestão financeira, as informações são centralizadas e fica mais fácil identificar erros com rapidez. Como resultado, o negócio se torna mais organizado e hábil, permitindo que os gestores e demais profissionais se dediquem a outras tarefas mais complexas.

Um exemplo de ferramenta que pode transformar a gestão de riscos e operações financeiras da empresa é o Monitor, da Laqus. Ele realiza o controle de dívidas, derivativos e aplicações, gerando dados diários sobre a posição financeira da companhia, evitando equívocos e retrabalhos com controles manuais.

Trata-se de uma solução leve e versátil, que se integra a qualquer ERP (Enterprise Resource Planning) do mercado. Assim, sua empresa pode gerenciar seus recursos com mais segurança, eficiência e economia.

Como vimos, a gestão das operações financeiras é fundamental para manter a contabilidade da empresa saudável. Consequentemente, o negócio se posiciona melhor em crises e garante maior potencial de crescimento. Então considere aplicar as 4 dicas deste artigo e amplie os resultados da sua empresa!

Para conhecer mais sobre o Monitor, a solução para a gestão de riscos e de operações financeiras oferecida pela Laqus, entre em contato conosco!

Cuidar das finanças de uma empresa é uma das tarefas mais importantes para a longevidade do negócio. Contudo, o trabalho demanda tempo e recursos, devendo ser realizado com máximo cuidado. Para simplificar o processo, é possível contar com o BPO financeiro.

A solução pode atender às necessidades do seu empreendimento de forma personalizada e estratégica. Por isso, ela já é bastante utilizada por empresas de diversos portes e segmentos de atuação.

Neste artigo, você entenderá o que é BPO financeiro e quais as vantagens de utilizá-lo na rotina empresarial. Vamos lá?

O que é e como funciona o BPO financeiro?

O BPO é a sigla para Business Process Outsourcing, que pode ser entendida como terceirização de processos de negócio, em português. Dessa forma, o BPO financeiro corresponde à terceirização da gestão financeira de uma empresa.

A solução é focada nos processos que mais interferem na parte de finanças das companhias. Ela pode e deve ser utilizada em empresas de diversos portes e setores, permitindo que as equipes possam atuar em outras funções mais estratégicas.

Além disso, o BPO pode atuar também em atividades relacionadas ao gerenciamento contábil e tributário. A operação começa com a contratação do serviço por parte da companhia. Depois, é preciso ter um sistema de gestão financeira para iniciar a execução do processo.

Na etapa seguinte, o BPO financeiro faz o reconhecimento das necessidades específicas do negócio, considerando o setor de atuação, os gargalos e os pontos de atenção. Assim, ele pode conciliar com maior eficiência todas as entradas e saídas de valores financeiros da companhia.

Para que serve um BPO financeiro?

Agora que você sabe o que é e como funciona o BPO financeiro, fica mais simples entender para que ele serve. A principal função dessa solução é terceirizar e, em geral, automatizar as tarefas que são realizadas na gestão financeira.

Dessa forma, as responsabilidades da equipe interna são transferidas para o time externo, de acordo com as demandas levantadas na implementação do processo. Porém, isso não significa que todo o departamento financeiro da empresa deixará de existir.

Na prática, as rotinas mais operacionais e repetitivas podem ser transmitidas, enquanto as tarefas estratégicas continuam com a equipe interna. Dessa forma, é possível integrar o trabalho externo com o realizado dentro da empresa.

Quais são as vantagens de utilizar um BPO financeiro na empresa?

Como você viu, o BPO financeiro envolve diversas atividades importantes para as companhias, então vale a pena entender por que a solução pode ser interessante.

Conheça as principais vantagens que ela proporciona!

Ajuda na redução de custos

O BPO financeiro fomenta o crescimento do negócio ao permitir que a companhia encontre oportunidades de economia. Afinal, com menos gastos, a margem de lucro das empresas pode ser maior.

Ao investir na solução, é possível evitar a inclusão de mais pessoas na folha de pagamentos e nos frequentes treinamentos necessários para a área de contabilidade e finanças. Isso porque a terceirização funciona como a contratação de uma equipe especializada.

No entanto, não há os custos resultantes da gestão de um grupo de colaboradores próprio, por exemplo, com os encargos trabalhistas e previdenciários. Ou seja, o BPO permite ter mais qualidade nas entregas com menos gastos no setor financeiro.

Promove o aumento da produtividade

Ainda, é possível aliar a economia de recursos ao aumento da produtividade, o que pode promover uma melhora nos resultados empresariais. Nesse sentido, o BPO financeiro permite que as empresas trabalhem com maior eficiência.

Como a companhia conta com sistemas e especialistas realizando as funções financeiras, o risco de cometer erros em atividades burocráticas se torna menor. Vale destacar que eventuais falhas podem ser bastante perigosas principalmente no cálculo dos tributos.

A produtividade também aumenta porque o serviço envolve soluções digitais, como uma plataforma de gestão de operações financeiras e tesouraria. Os softwares automatizam os processos e permitem despender menos tempo em registros, cálculos e análises.

Ademais, a comunicação com os clientes se torna mais eficiente e rápida. Como as empresas contratam profissionais experientes para fazer a gestão das finanças, o melhor desempenho é um dos principais benefícios do BPO financeiro.

Aumenta a proteção dos dados

O BPO também garante maior segurança para os dados que as empresas compartilham. Como a gestão financeira é automatizada, o arquivamento de documentos, por exemplo, é feito de maneira mais segura.

Além disso, o uso de soluções tecnológicas evita erros que poderiam passar despercebidos em processos manuais. Quando a falha é notada, também é mais simples e rápido corrigir o equívoco e resolver a situação antes que o problema se torne maior.

Assim, contar com um sistema que simplifique a rotina contábil é essencial para manter o foco no que é importante. Isso permite que as equipes tenham menos demandas em trabalhos manuais e possam se concentrar para não cometer erros em tarefas estratégicas.

Torna a tomada de decisões estratégica

Por fim, o BPO financeiro é essencial para tirar o papel burocrático do setor de finanças e contabilidade empresarial. Com o uso da tecnologia, a empresa não conta apenas com as obrigações tributárias entregues em dia — também há outros benefícios.

Por exemplo, é possível aproveitar a figura de um profissional experiente para fornecer informações relevantes para seu processo de decisão. Ao terceirizar a gestão financeira e torná-la mais estratégica para o negócio, o empreendedor pode focar nas suas atividades fins sem abandonar as finanças.

Logo, o BPO financeiro fica responsável por analisar os dados e compartilhar as principais informações para que a empresa busque diferentes objetivos. É possível aumentar a receita, reduzir custos, posicionar-se melhor no mercado, fazer investimentos etc.

Como implementar o BPO financeiro na sua empresa?

Para aproveitar os benefícios do BPO financeiro, é preciso entender como implementá-lo na sua empresa. Esse processo começa com a definição de objetivos. É necessário saber o que a companhia busca com a contratação do serviço e como a terceirização pode ajudar nas operações.

Você também deve identificar as etapas mais críticas para saber quais são indispensáveis na terceirização. Por fim, busque uma empresa de qualidade e que tenha experiência no mercado. Lembre-se de que o software oferecido deve apresentar segurança, transparência e integração para beneficiar o negócio.

Percebeu como o BPO financeiro pode ser vantajoso para as empresas? O processo gerencia todos os pagamentos de fornecedores, acompanha o contas a pagar e a receber, entre outras atividades. Contudo, para aproveitar os benefícios é fundamental contar com um sistema de gestão de operações financeiras adequado.

Quer usufruir de uma solução leve para gestão de operações financeiras e tesouraria da sua companhia? Conheça o software Monitor!

Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, garantir que sua empresa esteja alinhada com as tendências de tecnologia e inovação pode ser um grande diferencial. Essas transformações conseguem aprimorar diversos aspectos da rotina empresarial e melhorar os resultados do negócio.

Nesse sentido, fomentar a transformação digital na empresa permite agregar maior eficiência operacional. Desse modo, a companhia pode focar em oferecer soluções estratégicas e alinhadas às necessidades do mercado atual.

Porém, para acompanhar e aplicar as transformações, é preciso ter conhecimento sobre o assunto. Continue a leitura e entenda como tecnologia e inovação podem ser importantes para o seu negócio!

O que é a transformação digital?

A transformação digital é um processo que usa a tecnologia para melhorar o desempenho das empresas, aumentando o alcance e garantindo resultados melhores. A estratégia permite uma mudança estrutural nas companhias.

O conceito é bastante amplo e envolve uma mudança na estrutura das empresas. Dessa forma, a tecnologia perde a presença superficial e começa a ter papel estratégico central, com foco em inovação.

A implementação dessa mentalidade na empresa leva tempo e demanda recursos, mas não é exclusiva para os grandes negócios. Mesmo companhias menores podem se beneficiar da prática, ajudando a encontrar oportunidades de crescimento.

Ademais, como o processo leva à mudança em toda a estrutura empresarial, o desafio está bastante relacionado à gestão. Nesse caso, a função do gerenciamento nas empresas é tornar o ambiente favorável para a implementação de ideias inovadoras e disponibilização de soluções no mercado.

Portanto, a gestão tem papel estratégico, se relacionando com a sustentabilidade do negócio. Logo, a alta direção da organização deve estar diretamente envolvida nas rotinas de inovação.

Por que acompanhar as transformações e aplicá-las no seu negócio?

Se a sua empresa ainda não acompanha as tendências de tecnologia e inovação, vale a pena compreender mais sobre a relevância da transformação para o negócio.

Um estudo encomendado pela Microsoft mostrou que 93% das pequenas e médias empresas brasileiras aceleraram seus processos de transformação digital desde o início da pandemia. Além disso, 97% das companhias consideram necessário incluir tecnologia no modelo de trabalho permanentemente.

Por outro lado, 40% das micro, pequenas e médias empresas reconhecem que precisarão investir em tecnologia. O estudo também apontou as principais oportunidades oferecidas pela inovação para os negócios, sendo a eficiência nas operações e produtividade a mais importante delas.

Outras oportunidades e benefícios da inovação — seja para pequenas, médias ou grandes empresas — são:

  • possibilidade de expandir mercados e aumentar o número de clientes;
  • reduzir custos;
  • melhorar a tomada de decisão utilizando dados;
  • incorporar novos produtos e serviços.

Para entender melhor, confira as vantagens de acompanhar as transformações e aplicá-las no seu negócio:

Torna a relação entre as equipes mais dinâmica

As características do ambiente empresarial são muito relevantes quando o assunto é o engajamento e produtividade. Colaboradores que atuam em empresas inovadoras tendem a se sentir mais incentivados e engajados com o trabalho.

Em relação à produtividade, o papel principal da tecnologia e inovação é proporcionar a automação de tarefas. Com isso, os colaboradores podem focar nas demandas que exigem mais atenção. O processo também está ligado ao bem-estar dos funcionários e qualidade de vida.

Assim, ele permite a criação de um clima organizacional mais favorável e construtivo. Isso torna a relação entre as equipes mais proativa, dinâmica, ágil e eficiente.

Aumenta a receita

Existem estratégias que podem resultar em um aumento das vendas a longo prazo — por exemplo, investir em práticas sustentáveis ou produtos com mais qualidade. Mesmo que o retorno não seja imediato, os clientes perceberão a mudança de postura da companhia.

Como consequência, há o fortalecimento da marca. Assim, processos mais eficientes, ágeis e com custos menores também possibilitam o aumento nas vendas. Isso porque as medidas tendem a melhorar o relacionamento e a comunicação da companhia para com o cliente.

Em um mercado competitivo, conseguir se diferenciar dos concorrentes é uma estratégia relevante para ganhar notoriedade e espaço. Nesse sentido, o investimento em tecnologia e inovação tem uma contribuição considerável na busca pelos resultados desejados.

Agrega valor

Outra vantagem da tecnologia nas empresas é a possibilidade de agregar valor aos seus produtos e serviços. Para isso, é importante que os processos sejam escolhidos e adaptados conforme às necessidades do negócio, com um acompanhamento próximo dos fluxos de trabalho.

A partir dessa nova dinâmica, é possível fazer diagnósticos para identificar gargalos e otimizar os processos, bem como a alocação de recursos. Dessa maneira, a empresa consegue ter fluxos de trabalho mais efetivos.

A tecnologia também permite acesso facilitado e sem complicações à captação de recursos no mercado financeiro. Assim, a empresa pode ter acesso aos valores necessários para investir em seu desenvolvimento.

Como aplicar a tecnologia no seu negócio?

Como você viu, a transformação digital aprimora diversos processos nas empresas e é relevante para qualquer negócio. Então veja como utilizar a tecnologia em pequenos, médios e grandes empreendimentos:

Organize as informações

O primeiro passo para aplicar a tecnologia no seu negócio é montar um plano de ação para determinar quais as ferramentas que podem realmente colaborar na rotina da empresa. Isso deve ser feito em conjunto com outras lideranças da companhia para uma visão mais completa sobre a estratégia.

Invista em iniciativas digitais e aprendizado

Existem diversas ferramentas digitais que podem ser exploradas e implementadas no seu negócio. No setor de comunicação, por exemplo, é comum haver alta demanda por tecnologia. Situações como reuniões presenciais estão sendo substituídas por conferências via aplicativos, por exemplo.

Nesse sentido, vale pesquisar as ferramentas que mais se alinham às suas necessidades. Além disso, ajude sua equipe a desenvolver novas habilidades e se adaptar à tecnologia. Esse é um processo fundamental para o melhor aproveitamento das iniciativas digitais na empresa.

Automatize a gestão financeira

Contar com um software para a gestão de riscos e operações financeiras da sua empresa é essencial para ter mais segurança nos processos. Com o Monitor, por exemplo, você tem controle de emissões no mercado de capitais, otimizando processos e ganhando até 80% de eficiência financeira.

O sistema permite a automatização da gestão financeira, aumentando a eficiência operacional no controle de dívidas, derivativos e aplicações. Com ele, é possível conferir sua posição financeira diária, evitando equívocos e retrabalhos que podem surgir quando se utilizam controles manuais.

Lembre-se de que a transformação digital é um processo contínuo

O comportamento do mercado muda constantemente. Por esse motivo, a transformação digital é um processo contínuo. Mesmo que a empresa perceba que ficou mais eficiente após finalizar a implementação de tecnologia e inovação, é essencial continuar acompanhando as tendências.

Então busque meios de se manter atualizado sobre as novidades do mercado e conhecer as tendências tecnológicas globais. Assim, a empresa terá melhores condições de acompanhar a constante evolução e aproveitar os benefícios que essa prática proporciona.

Agora você sabe como tecnologia e inovação são importantes para fomentar o desenvolvimento de qualquer negócio. Lembre-se de que deixar de considerar esses fatores pode resultar em diversos problemas para o empreendimento, que corre o risco de ficar menos competitivo.

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O risco é toda situação indesejável e incontrolável que pode ocorrer e afetar os resultados nos investimentos. Para lidar com cenários desse tipo, é preciso saber o que é a gestão de risco e como essa ferramenta funciona.

O gerenciamento pode ser adotado de diversas formas nos investimentos de pessoas físicas e jurídicas. Assim, é possível garantir uma percepção melhor e mais preparo para alcançar o desempenho buscado na carteira.

Na sequência, descubra o que é a gestão de risco para investimentos e entenda quais são os pontos para considerar em relação a ela!

O que é a gestão de risco e para que ela serve?

A gestão de riscos é um conjunto de estratégias que serve para identificar os riscos e definir meios de mitigar suas ocorrências e seus efeitos. Esse gerenciamento, portanto, envolve uma análise inicial do nível tolerável de riscos.

Além disso, é preciso analisar quais são as situações que os riscos podem ocorrer. Logo, a gestão prevê a elaboração de um plano — que pode servir tanto para evitar o aumento do nível de riscos quanto para diminuir os impactos, caso eles se concretizem.

É importante notar que a gestão de risco não tem origem nos investimentos. Ele costuma ser executado por pessoas jurídicas, em diferentes contextos. Nesse sentido, são avaliadas questões no aspecto financeiro, operacional, estratégico, mercadológico e outros.

Também é comum que uma gestão de risco empresarial dê origem a medidas de compliance e alinhamento. Desse modo, a companhia passa a ter mais controle sobre essas situações, além de direcionamento e alinhamento sobre a forma de agir.

O que é a gestão de risco nos investimentos?

Como você viu, o gerenciamento de risco pode ser feito de diversas maneiras — em especial, no contexto corporativo. Além desses quadros, vale saber que ele pode ser adotado na realização de investimentos, sendo válido para investidores físicos ou empresas.

Quando se fala de investimentos, a gestão envolve a análise dos riscos que existem em qualquer tipo de investimento. Logo, a ideia não é evitar ou neutralizar totalmente os riscos, pois esse movimento não é realmente possível.

Em vez disso, o gerenciamento é feito de modo a planejar a composição do patrimônio e diluir riscos na medida do possível. Uma das formas de alcançar essa meta é garantindo que a carteira esteja alinhada em relação às necessidades de segurança de cada investidor.

Por que é importante entender esse conceito?

Devido ao seu papel nos investimentos, conhecer a gestão de risco é essencial para qualquer tipo de investidor. A partir dela, é possível identificar ameaças financeiras e os impactos que elas podem causar na carteira e no patrimônio, de maneira geral.

Assim, o conceito ajuda na escolha dos investimentos. É viável, por exemplo, priorizar uma aplicação financeira menos arriscada quando o objetivo é ter mais segurança. A gestão também é uma forma de identificar os melhores investimentos para as características do investidor — como perfil e objetivos.

No geral, compreender a gestão de risco pode ajudar a proteger o patrimônio e a tomar decisões adequadas quanto aos ativos e às operações. Assim, é possível aproveitar as oportunidades do mercado financeiro de maneira alinhada à sua tolerância ao risco.

Para profissionais do mercado financeiro, conhecer o conceito e saber como aplicá-lo também é essencial. Um agente autônomo de investimento (AAI), por exemplo, deve saber como orientar os investidores a gerenciarem o risco da carteira.

Dessa forma, o assessor pode prestar um suporte mais adequado, tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas que desejam compor uma carteira equilibrada. Sem dúvida, esse é um dos pontos mais importantes na hora de atender investidores.

Como aplicar a gestão de risco nos investimentos?

Com base no que você viu até aqui, é possível perceber a importância da gestão de risco. Por isso, é preciso ter atenção para colocá-la em prática e ajudar seus clientes a obterem a respectiva proteção em relação à carteira e à estratégia de investimentos.

Quer saber como esse processo deve ser feito? Descubra quais são as etapas mais importantes para acertar no gerenciamento de risco dos investimentos!

Análise do perfil de investidor

O primeiro aspecto envolve conhecer qual é o perfil de investidor. Ele serve para indicar o nível de tolerância ao risco de cada pessoa ou empresa. Nesse sentido, o investidor pode ser conservador, moderado ou arrojado.

Com essa definição, é possível identificar quais podem ser os melhores investimentos para atender à tolerância aos riscos do investidor. Assim, o assessor de investimentos precisa se guiar pelo perfil para apresentar alternativas alinhadas com a capacidade que o cliente tem de correr riscos.

Definição de objetivos financeiros

Um bom gerenciamento de risco também envolve os objetivos financeiros e seus respectivos prazos. Pensando na diluição de riscos, por exemplo, pode ser interessante que alternativas mais arriscadas sejam vistas para o longo prazo.

Já se o objetivo for de curto prazo, buscar uma aplicação financeira mais segura pode ser o ideal. Portanto, é possível realizar um gerenciamento alinhado de acordo com os objetivos e interesses de cada investidor.

Compreensão dos investimentos e seus riscos

Para gerenciar os riscos ao investir, também é essencial conhecer os investimentos disponíveis e suas características. Dessa forma, é possível compreender qual é a relação entre risco e retorno, o prazo e demais questões relevantes.

Nesse aspecto, o papel do profissional do mercado financeiro é especialmente relevante. O AAI é capacitado para apresentar diferentes oportunidades, explicando para o investidor seu funcionamento e os riscos. Assim, quem investe pode definir qual é a melhor alternativa para o seu portfólio.

Diversificação de carteira

Independentemente do nível de tolerância ao risco, todo investidor deve diversificar a carteira. Essa decisão ajuda a evitar a concentração de recursos em poucas condições e pode diminuir parte dos riscos.

Para fazer a diversificação, é necessário considerar os aspectos dos investimentos e da estratégia definida para o gerenciamento de riscos. Assim, a carteira passa a ter as características adequadas a cada investidor.

Agora você sabe o que é a gestão de risco e como ela pode ser aplicada nos investimentos. Devido à sua importância, o gerenciamento deve ser usado tanto por investidores quanto por profissionais do mercado financeiro, de modo que seja possível encontrar a melhor configuração para cada caso!

Essas informações foram úteis para você? Se quiser entender melhor as oportunidades disponíveis para a diversificação, fale conosco da Laqus!

 

A busca por crédito é muito comum entre as empresas — em especial, aquelas de médio e grande porte. O problema é que a maioria dos produtos disponíveis leva ao endividamento. Com isso, podem surgir dificuldades na hora de realizar o pagamento de cada dívida.

Uma solução para esse cenário — evitando que seu negócio fique inadimplente — envolve o alongamento da dívida. Nesse caso, é possível estender o vencimento e obter condições mais vantajosas para o fluxo financeiro da companhia.

Quer descobrir como alongar o pagamento de dívida do negócio? Veja dicas para lidar melhor com as pendências financeiras!

O que é e como funciona o alongamento de dívidas?

Quando uma empresa se compromete com uma dívida, existe um prazo determinado para que ocorra a quitação desse compromisso financeiro. O alongamento da dívida consiste, exatamente, em aumentar o prazo para o pagamento final do débito em questão.

Logo, ele prevê uma mudança nas condições de quitação da dívida e nos impactos causados para a empresa. Mas, para tornar isso possível, é preciso elaborar uma estratégia de planejamento financeiro, como você verá adiante.

Quais são as vantagens de alongar uma dívida?

Antes de entender como alongar o pagamento de dívida, é essencial compreender por que esse processo pode ser importante. Em muitos casos, ele é uma forma de dar fôlego financeiro para o negócio, garantindo o equilíbrio do fluxo de caixa.

O alongamento de prazo também pode ajudar o empreendimento a manter suas obrigações em ordem. Isso ocorre porque há como reduzir o comprometimento das receitas, melhorando a disponibilidade financeira.

Ainda, vale a pena considerar que o alongamento pode auxiliar a empresa a crescer. Com uma saúde financeira alinhada, é possível realizar planos de expansão e melhoria — o que pode ajudar na conquista de bons resultados futuros.

Como fazer o alongamento do pagamento de dívidas?

Ciente da importância de alongar as dívidas, é o momento de entender o que fazer para realizar esse movimento. As técnicas podem ser combinadas, dependendo da realidade e das expectativas da companhia.

A seguir, veja dicas que podem ajudar a sua empresa a se livrar de prazos curtos para o pagamento dos débitos financeiros!

Faça um inventário das dívidas

O primeiro passo para alongar o pagamento das dívidas envolve organizar as finanças e fazer um reconhecimento da situação atual. Portanto, é o momento de realizar um inventário completo de todas as pendências financeiras.

Aproveite esse período para identificar os credores, os prazos de pagamento, os juros e os valores devidos. Assim, é possível compreender o nível de endividamento e entender o que deve ser priorizado.

Esse levantamento também ajuda a perceber quais são os pontos de atenção e o que deve receber priorização — tanto no pagamento quanto no alongamento.

Elabore um planejamento financeiro

Após reconhecer quais são as dívidas existentes e suas características, é necessário elaborar um planejamento financeiro. A ideia é criar um plano de alongamento do pagamento de dívida que seja viável para o negócio, sem comprometer a saúde financeira ao longo dos meses.

Isso é importante para evitar que o empreendimento se comprometa com uma grande quantia que não seja compatível com a capacidade de gerar resultados.

Portanto, o planejamento financeiro deve considerar o valor das dívidas, os prazos, o desempenho da empresa e suas perspectivas de performance. Então fica mais fácil entender as condições financeiras gerais — e desenhar os passos futuros.

A partir desse ponto, é possível identificar quais dívidas estão mais próximas do vencimento e quais são as mais caras. Assim, você pode definir quais delas devem passar primeiro pelo processo de alongamento dos débitos.

Tente renegociar os débitos

Outra maneira de alongar o pagamento envolve a renegociação de dívidas. A ideia é buscar um prazo maior e mais aderente às necessidades do negócio, obtendo condições facilitadas.

Nesse caso, é necessário buscar o credor e fazer uma proposta de renegociação quanto ao prazo. Então é possível solicitar mais tempo para realizar o pagamento, a fim de ajudar a diluir parte da dívida.

Porém, também é preciso ter cuidado com os juros. Dependendo do modelo de cobrança, a incidência dessa taxa pode fazer com que o montante se torne muito maior — o que também aumenta o nível de endividamento.

Considere trocar a dívida

Outra alternativa para alongar o pagamento consiste em trocar a dívida. A intenção é substituir uma dívida mais cara por outra mais barata e com um prazo mais longo. Além de economizar dinheiro, essa é uma solução para estender o período de quitação.

É o caso, por exemplo, de trocar um empréstimo ou financiamento por uma solução com juros menores. Assim, você pode quitar a dívida atual e pagar o valor obtido em um período maior.

Utilize as soluções do mercado de capitais

Uma das maneiras de fazer a troca para alongar o pagamento de dívida é por meio das soluções que o mercado de capitais oferece às empresas. Mediante a emissão de títulos, por exemplo, é possível captar recursos dos investidores.

Essa é uma vantagem porque os juros oferecidos ao investidor costumam ser menores do que as taxas cobradas por instituições financeiras. Além disso, é possível escolher alternativas com um prazo mais longo para pagamento.

Uma das opções para emissão de títulos é a debênture. Esse é um título de dívida que pode ser emitido por sociedades anônimas não financeiras. O retorno pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido, de acordo com as preferências do emissor.

Além das debêntures, outras opções de longo prazo são o certificado de recebíveis do agronegócio (CRA) ou imobiliário (CRI). Eles são emitidos por securitizadoras, que antecipam os recebíveis para empresas desses respectivos setores.

Também é possível recorrer à nota comercial. Ela funciona como uma nota promissória, que firma um compromisso de pagamento da companhia com o investidor. Essa é uma alternativa de curto prazo, mas que pode ajudar na troca de dívida por condições mais baratas e com flexibilidade.

A partir dessas informações, agora você sabe como alongar o pagamento de dívida de uma empresa. Com estratégia, planejamento e soluções financeiras adequadas, é possível conseguir mais tempo para quitar os débitos, sem aumentar exponencialmente o nível de endividamento do negócio.

Quer saber mais sobre as possibilidades do mercado de capitais? Entre em contato conosco da Laqus e descubra quanto você pode economizar!

Aumentar a receita não deve ser o único objetivo da gestão financeira de uma empresa. Também é preciso pensar em equilibrar os custos financeiros, garantindo mais disponibilidade de recursos para uma atuação estratégica.

Para diminuir os gastos, entretanto, você deve ter uma visão ampla do negócio e da sua utilização de recursos. Dessa forma, fica mais fácil perceber quais são os pontos de melhoria e, a partir de então, agir sobre eles.

Quer descobrir como reduzir os custos da empresa? Veja dicas que podem ajudar!

O que são os custos financeiros de uma empresa?

A gestão financeira de um negócio é baseada no gerenciamento de dois elementos principais: os ganhos e os custos. Nesse contexto, os custos financeiros correspondem aos gastos que envolvem operações relacionadas à atividade-fim.

Logo, eles incluem custos com produção, pessoal, matéria-prima, captação de clientes e mais. Mas é importante notar que o custo não é o mesmo que uma despesa. No geral, as despesas são associadas aos gastos administrativos e de manutenção do empreendimento e de seus processos.

Por que reduzir esses custos na financeiros?

Agora que você entende o que são os custos financeiros, vale a pena pensar nos impactos que eles têm para os resultados do negócio. Esses gastos podem afetar, por exemplo, o nível de lucratividade.

Se os custos forem elevados, a empresa pode ter problemas para ser mais eficiente. Em casos extremos, ela pode se tornar economicamente inviável. Afinal, isso pode afetar seu posicionamento no mercado e impedir a conquista e manutenção de um diferencial competitivo.

Além disso, gastos excessivos impedem que a companhia seja financeiramente sustentável. Se as contas são mais altas e os ganhos reduzem, torna-se difícil pagar os custos em dia. Por isso, equilibrar a questão financeira empresarial é indispensável.

Para médias e grandes empresas, esse cuidado é especialmente necessário. Isso porque as medidas adequadas de redução dos custos não afetam apenas a continuidade ou consolidação do empreendimento. Elas também se relacionam com os planos referentes à presença no mercado.

Um negócio que tenha interesse em abrir capital na bolsa de valores, por exemplo, precisa ter boa saúde financeira. Desse modo, ele conseguirá atrair investidores e poderá captar mais recursos.

Como reduzir os custos financeiros de um negócio?

Ciente da importância do equilíbrio das finanças, é necessário pensar em como diminuir os valores gastos na empresa. Esse processo exige uma boa organização financeira empresarial e uma estratégia eficiente.

Por isso, veja dicas para colocar em prática no seu negócio!

Mapeie a situação financeira atual

O primeiro passo envolve realizar um diagnóstico do cenário das finanças. É preciso identificar quais são os maiores custos com a venda de produtos ou prestação de serviços e como eles se distribuem entre os setores.

No geral, mapear a situação financeira permite ter visibilidade sobre a composição dos gastos e, assim, encontrar possíveis gargalos. Essa etapa também é relevante para entender qual é o impacto que cada mudança pode causar nas finanças empresariais.

Identifique os custos que podem ser reduzidos

O próximo passo envolve o reconhecimento dos pontos que podem ser modificados para melhorar a gestão financeira. A intenção é saber quais custos realmente podem ser reduzidos e quais não devem ser alterados.

Dependendo do caso, pode fazer sentido realizar mudanças no ambiente de trabalho para diminuir o consumo de energia elétrica, por exemplo. Porém, pode não ser interessante economizar na matéria-prima, pois isso pode afetar a qualidade da entrega e a experiência do cliente.

Logo, tenha em mente que a ideia não é cortar todos os custos ou promover uma redução indiscriminada. Em vez disso, use o mapeamento para encontrar oportunidades reais e significativas de economia inteligente.

Avalie o regime tributário

Uma das formas mais eficientes de encontrar custos financeiros que podem ser cortados é avaliar o pagamento de impostos. Afinal, muitas vezes a empresa paga mais tributos que o necessário, sem que isso reflita qualquer benefício para os clientes ou para a consolidação da companhia.

Por isso, vale a pena fazer um planejamento tributário. Por meio dele, você encontrará oportunidades de pagar menos imposto de forma totalmente legal. Entre as medidas, está a avaliação do regime tributário.

Dependendo da faixa do faturamento, da composição do lucro e dos resultados financeiros do negócio, pode ser mais interessante desenquadrar de uma classificação e seguir para outra. Assim, é possível reduzir o pagamento geral de impostos sem prejudicar a situação fiscal da empresa.

Negocie com parceiros e fornecedores

Para obter economia nos custos financeiros, também pode ser adequado buscar os parceiros e fornecedores do negócio. A ideia é conquistar condições mais facilitadas e que sejam compatíveis com as necessidades e características do empreendimento.

Uma forma de fazer isso é renegociar um contrato de fornecimento. Dessa forma, é possível ter condições melhores para o pagamento — como preços mais baixos ou um período de carência mais amplo.

Dependendo da situação, é viável trocar uma dívida mais cara por outra mais barata. Ao recorrer ao mercado de capitais, por exemplo, você pode usar o montante obtido pela emissão de um título de dívida com juros menores para pagar uma obrigação com juros mais elevados.

Essa decisão pode gerar uma economia direta e permite que o negócio aloque melhor os recursos entre outras obrigações da companhia. Logo, é uma das possibilidades para reduzir custos financeiros com inteligência na sua empresa.

Busque as melhores alternativas de crédito

Outra estratégia para reduzir os custos financeiros é buscar as oportunidades ideais quando o negócio precisa obter crédito. Essa é uma parte importante da educação financeira e que pode fazer a diferença ao longo do tempo.

Pensando no mercado financeiro, a empresa pode recorrer à emissão de títulos de renda fixa, por exemplo. Eles costumam ter juros menores que financiamentos e empréstimos. Assim, é possível obter recursos pagando menos do que em outras modalidades disponíveis.

Faça uma gestão financeira de qualidade

Além das dicas anteriores, é fundamental realizar uma gestão financeira que seja de alta qualidade. Afinal, por meio dela há como controlar as obrigações financeiras atuais e tomar decisões melhores quanto às obrigações que serão assumidas.

Nesse contexto, vale a pena recorrer à automação de processos. Por meio das ferramentas certas, como uma solução tecnológica de monitoramento e controle, você terá visibilidade sobre as obrigações. Com isso, poderá se planejar para conseguir a melhor performance financeira.

A partir dessas dicas, agora você sabe como reduzir os custos financeiros de uma empresa. Assim, é possível tornar o negócio mais competitivo e com uma situação financeira mais equilibrada. Então aproveite para colocar essas orientações em prática!

Essas informações foram úteis? Se quiser conhecer o que o mercado de capitais tem a oferecer para o seu negócio, fale conosco da Laqus!

Estamos nos aproximando do final de mais um trimestre e com ele o acúmulo de atividades extras é inevitável. Você já parou para pensar que é possível automatizar todos os processo desse período e deixar as planilhas de lado?

A execução do fechamento trimestral das companhias de capital aberto, tem como  objetivo demonstrar a eficácia de todos os controles e processos existentes, sendo assim, o processo tende a ser bastante desafiador, o que torna esse momento atípico em termos de horas trabalhadas e esforços alocados.

Dentre as atividades que as áreas financeiras precisam executar, estão a confecção e revisão das notas explicativas das demonstrações financeiras, cálculo de sensibilidade à cenários adversos, e, no caso de companhias que operam com derivativos e aplicam o hedge accounting, a demonstração da efetividade do programa de hedge.

Para as notas explicativas, a empresa precisa montar relatórios de variação do saldo da dívida ou dos derivativos, que inclui, naturalmente, o cálculo prévio dessas posições. O cálculo de sensibilidade, que é uma análise de stress para cada tipo de fator de risco, tem também como precedente o cálculo inicial das posições no fechamento. Para essas companhias que operam com derivativos, é necessário contabilizá-los e apresentá-los ao valor de mercado conforme determinam as regras CPC 38 e CPC 48. Assim sendo, pequenos erros operacionais são graves no fechamento trimestral porque podem levar à um cálculo incorreto do saldo accrual ou da marcação à mercado de todos os instrumentos, podendo implicar até em risco de imagem à companhia frente à a investidores e acionistas.

Outro processo importante no fechamento de trimestre é o acompanhamento dos covenants contratuais, que normalmente tem recorrência definida conforme publicação das demonstrações financeiras. O seu cumprimento, que também é acompanhado pelas firmas de auditoria, é de extrema importância, evitando assim o vencimento imediato/antecipado da operação contratada.

Para assegurar credibilidade a todas as informações acima, as empresas de auditoria são contratadas para validação de controles, políticas, operações e, principalmente, dos números demonstrados nos resultados. Durante esse processo, os auditores precisam entender os controles e processos da empresa e quanto mais manual forem esses controles, maior será o tempo de investigação, tornando o processo mais moroso para todos.

Portanto, a grande questão é: a sua empresa continua fazendo todo o controle do fechamento de trimestre de forma manual, por meio de planilhas? Se sim, você já deve ter percebido a alta probabilidade de ter trabalho redobrado e custos extras.

Conheça o Monitor

Com o Monitor, da Laqus, sua companhia conseguirá automatizar todas essas atividades de forma segura e em apenas um lugar. Com poucos cliques, é possível ter os relatórios de hedge accounting e sensibilidade, garantindo a utilização das melhores práticas do mercado financeiro. Além disso, terá o apoio de uma equipe de especialistas para validação dos números, suporte nas interações diretas ou indiretas com a auditoria e treinamento da ferramenta sempre que necessário, facilitando e centralizando todos os relatórios.

Essa automatização também é válida para as obrigações dos contratos financeiros. Por meio do Covenants, da Laqus, é possível fazer a gestão ativa do cumprimento das obrigações, sem precisar lembrar às áreas responsáveis do que e quando precisam fazer. Tudo isso com muita conveniência, criando grupos de usuários/participantes, configuração de recorrências dos avisos, confirmação de cumprimento com upload de documento comprobatório, entre outros, tudo extraído para relatórios.

Conte com a Laqus e facilite o fechamento do trimestre da sua companhia com um ecossistema de soluções para as Tesourarias, além de um time de especialistas sempre disposto a ouvir as necessidades do mercado, a fim de melhorar ainda mais a sua experiência.

Em tempo no qual diversos riscos concretizam-se e deixam o cenário econômico ainda mais instável, as empresas buscam analisar com mais atenção como seu desempenho é afetado por esse cenário. Em especial as companhias atuantes no comércio exterior (exportadores e importadores) ou aquelas que tem parte relevante de seus custos ou despesas atreladas a moedas estrangeiras, devem entender como as moedas diferentes do Real impactam o desempenho econômico-financeiro do seu negócio e quais medidas podem adotar para se protegerem dessas incertezas.

Para isso, uma avaliação do Risco Cambial e a aplicação contábil adequada (Hedge Accounting) podem beneficiar a empresa a uma maior previsibilidade, ao utilizar operações de termo de moedas junto a bancos locais ou internacionais, travando a taxa de câmbio de conversão futura. Inclusive podem, com a maturidade, utilizar dessa instabilidade, que é medida pela volatilidade dessas moedas, como uma oportunidade comercial ou competitiva. Ao mesmo tempo pode trazer custos por conta da necessidade adicional de contratação de hedge, bem como maior risco de erro por conta dos controles manuais, o que eventualmente pode resultar em perdas de resultado. Muitas vezes ainda falta uma visão consolidada da exposição cambial com atualizações rápidas, melhorando a acurácia, a visibilidade e a velocidade nas tomadas de decisões sobre volumes, prazos e tipos de operações a contratar, bem como seus impactos nos resultados (P&L).

Com o Monitor, é possível obter uma visão rápida e eficiente dos Hedges contratados, P&L e Exposição ao Risco Cambial, além de implementar sua Política de Hedge Accounting. Pode inclusive eliminar retrabalhos, integrando de ponta a ponta nossa solução, desde sua plataforma de negociação até seu ERP. A Laqus pode ainda, com seu time de especialistas, construir sua Política de Risco e de Hedge Accounting.

Com esse processo, é possível ter uma visão de gestão da companhia à plataforma automatizada, assim, os times de tesouraria e de TI conseguiram ter processos mais robustos, reduzindo eventuais descasamentos, o que evita a contratação de hedge desnecessário ou reversão indevida tornando a companhia exposta ao câmbio. Há também um ganho de agilidade na tomada de decisão e mais confiança nos relatórios e governança para a companhia.